sexta-feira, 10 de junho de 2011

TETOS VERDES

    Os tetos verdes não são exatamente uma novidade. Na Escandinávia, eles são usados desde a pré-história: eram as construções predominantes das cidades vikings. Mas os modernos, que são usados hoje, são relativamente novos  foram desenvolvidos na Alemanha da década de 60. Os telhados são partes das edificações ainda muito pouco exploradas num projeto arquitetônico. Porém, além de sua função básica de proteção, os telhados também podem ser aproveitados de duas principais maneiras: Como superfície de captação das águas pluviais, que devidamente armazenadas podem ser usadas para regar plantas ou lavar o chão, por exemplo e como superfície para se plantar gramíneas e/ou outras plantas de pequeno porte.

     Também funcionam como um ar condicionado natural, absorvendo até 40% do calor do sol, o que reduz gastos com energia. No inverno, também são capazes de isolar a temperatura interna, adiando o resfriamento. Além disso, criam um design único para o imóvel. Para se fazer um teto verde há algumas especificidades técnicas que devem ser cumpridas. A estrutura do telhado deve se levar em conta o peso do conjunto saturado pela água, a inclinação, a membrana de impermeabilização e anti-raíz, o sistema de drenagem, a espessura e o tipo de substrato, assim como as espécies a serem plantadas devem receber especial atenção, tanto no projeto, quanto na execução.


     Eles sãos construídos em várias camadas. As camadas variam dependendo do clima do local. Em um país tropical, por exemplo, temos um revestimento impermeável, uma barreira de cobre, um tecido para retenção de água, dois filtros de diferentes espessuras e, finalmente, a terra.
      A grama utilizada deve ser resistente e ter raízes rasas. Dependendo da profundidade da terra é possível manter uma horta no telhado.




    A ideia é mais comum do que parece: aproximadamente 10% das casas da Alemanha já têm tetos-verdes e eles estão se tornando cada vez mais comuns em países como Reino Unido, Suíça, Noruega e Áustria.

No Brasil, a iniciativa ainda engatinha. É difícil encontrar casas com tetos verdes – há algumas em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Falta de costume e dinheiro são os pontos que mais influenciam. O preço do metro quadrado custa entre R$100 e R$150.
Esta é uma excelente alternativa para cidades que não têm área verde o suficiente. Se não podem ficar no lugar das casas, as plantas ficam em cima delas.

 

Fonte: BIOARQUITETURA

bebês prematuros.

 Especialistas esclarecem as principais dúvidas sobre bebês que nascem antes do previsto.


Prematuros precisam de cuidados médicos especiais e estão mais vulneráveis a doenças.
     Prematuros são bebês mais frágeis já que nascem antes do previsto e, algumas vezes, sem terem alcançado o desenvolvimento ideal dos órgãos. Existem muitas dúvidas que cercam essas crianças: todas precisam ficar mais de um mês no hospital? Podem ser seguradas pelas mães? Podem ser amamentadas no peito?
       Existem prematuros tardios e extremamente prematuros (que nascem com menos de 32 semanas). Segundo Victor Nudelman, neonatologista do hospital Albert Einstein, é possível cuidar de bebês a partir de 25 semanas, com peso próximo a 500 gramas. “A ansiedade da mãe de um bebê assim é diferente da mãe de um bebê de 34 semanas. Dependendo do grau de imaturidade, os bebês terão tempos e dificuldades completamente diferentes”, diz.  “Crianças que nascem antes de 37/38 semanas, por definição, são prematuros”, afirma a pediatra Heloisa Ionemoto, do Hospital Infantil Sabará.
Segundo os médicos, as mães devem segurá-lo no colo, desde que com cuidado e sempre orientada pela equipe médica, como ressalta Jorge Huberman, neonatologista do Hospital Albert Einstein. A pediatra Heloisa lembra que há programas como o “Projeto Canguru”, no qual o contato físico entre pai/mãe e bebê prematuro ajuda no desenvolvimento. Mas vale lembrar que a incubadora é importante para manter o pequeno sempre aquecido.
          O risco de mortalidade e doenças específicas está inversamente relacionado à idade gestacional. Quanto menor a idade gestacional, maior a chance de complicações. 
         Os prematuros com mais de 34 semanas, de um modo geral, se saem muito bem, já os menores enfrentam mais dificuldades. Desta forma, estes bebês precisam de cuidados especiais que podem durar poucos dias a alguns meses, com necessidade de internação hospitalar.  Principalmente os pulmões, uma vez que ele fazia a troca de ar por meio da placenta. Por isso é muito comum ele apresentar dificuldades respiratórias, o que requer ajuda para assegurar os níveis adequados de oxigênio. Faz-se necessário o uso de  aparelhos que forneçam alguma pressão positiva para o ar entrar e medicações que mantenham o pulmão, ainda imaturo, mais aberto.
          Ele deve ser amamentado, porém não consegue sugar, por isso, a alimentação pode ocorrer por meio de sondas. O ideal é alimentar o bebê com leite materno ordenhado, mas pode ser necessário o uso de nutrição endovenosa. Mesmos os prematuros maiores são sonolentos, sugam vagarosamente e não ganham peso.
       Embora prematuros extremos tenham mais chances de apresentar alguma complicação, casos graves, como falta de oxigênio ao nascer, por exemplo, podem deixar sequelas e por isso precisarão de acompanhamento prolongado.
       O acompanhamento clínico e laboratorial, além de exames de imagem para verificar o crescimento e desenvolvimento do bebê são primordiais. A prevenção de doenças acontece graças à extensa bateria de exames.

As vacinas do prematuro são as mesmas do calendário nacional de vacinação

      Com um pré-natal precoce e muito bem feito, é possível detectar os indícios da prematuridade. 

As causas mais comuns do parto prematuro são hipertensão arterial, ruptura precoce das membranas
amnióticas e infecções.


      A necessidade de assistência médica diferenciada e equipe multidisciplinar, principalmente para os nascidos com menos de 30 semanas. No futuro, o pediatra poderá indicar outros profissionais, como fisioterapeutas e fonoaudiólogos, se necessário.
Após os cuidados extremos no hospital e o ganho de peso e maturidade necessários para ir para a casa, os médicos sugerem que a família leve vida normal, sempre que possível: passeios, aleitamento materno exclusivo, contato com o mundo exterior, inclusive com outras crianças. Manter as vacinas em dia, alimentação saudável e evitar o contato com pessoas doentes bastam.

Fonte: Blog do bebê

quinta-feira, 9 de junho de 2011

GPCA investiga babá acusada de maltratar bebê de 6 meses na Iputinga

    A Gerência de Proteção à Criança e ao Adolescente (GPCA) está investigando uma mulher acusada de praticar maus-tratos contra um bebê de seis meses, no bairro da Iputinga, Zona Oeste do Recife.

     A queixa contra a possível agressora foi prestada pelos pais da criança, após instalarem uma câmera escondida na casa onde moravam. Em um vídeo, de aproximadamente 20 minutos, a babá aparece rodopiando a criança e colocando-a de cabeça para baixo. 
     Em sua defesa, a babá alegou que estava apenas brincando com o bebê. O vídeo será encaminhado ao Instituto de Criminalística (IC) para averiguação técnica.

     Como a denúncia foi feita cinco dias após o acontecimento, a polícia não registrou como flagrante e a empregada poderá responder ao inquérito em liberdade.
      Denúncia é essencial em casos de agressão a crianças e idosos. A maioria das denúncias terminaram com os réus condenados e quase todos, enquadrados por tortura, crime hediondo e inafiançável.
       As leis brasileiras de proteção à infância estão entre as melhores do mundo. A Constituição do nosso país dá prioridade absoluta à criança. Mas nenhuma lei sai do papel sem a vontade das pessoas. Estes casos mostram que a indignação pessoal diante de uma injustiça, às vezes, é muito mais eficiente do que a vigilância do estado.
Fonte: UOL 

Mãe de aluna agride professora em Salto de Pirapora-SP

Motivo da agressão é desconhecido; professores se recusaram a dar aula como forma de protesto.


  Uma professora de 47 anos da Escola Municipal João Fernandes de Andrade, em Salto de Pirapora, no interior paulista, foi agredida pela mãe de uma aluna na segunda-feira. A vítima foi abordada do lado de fora do colégio. Ela sofreu ferimentos no rosto e foi levada para um hospital de Sorocaba. Ainda não há informação sobre o motivo da agressão. Como protesto, professores e funcionários da escola se recusaram a dar aulas nesta terça-feira.
 A prefeitura de Salto de Pirapora registrou boletim de ocorrência contra a mãe da aluna por agressão na delegacia da cidade. Após receber alta médica, a professora passará por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML). A agressora deverá ser chamada para depor. 
 A violência é um problema social que está presente nas ações dentro das escolas, manifesta de diversas formas entre todos os envolvidos no procedimento educativo. Isso não deveria acontecer, pois escola é lugar de formação da ética e da moral dos sujeitos ali inseridos, sejam eles alunos, professores ou demais funcionários, nesta formação a prioridade é familiar, se isso não vem de casa como exemplo, não hacerá projeto que possa resolver. Todos devem participar.

     Além disso, a violência estampada nas ruas das cidades, a violência doméstica, os roubos, os contrabandos, os delitos de colarinho branco tem levado jovens a perder a confiabilidade em uma sociedade justa e igualitária, capaz de promover o desenvolvimento social em iguais condições para todos, tornando-os violentos, conforme estes modelos sociais.
      Nas escolas, as relações do dia-a-dia deveriam traduzir respeito ao próximo, através de atitudes que levassem à amizade, harmonia e consistência das pessoas, visando atingir os objetivos sugeridos no projeto político pedagógico da instituição.
     Muito se diz sobre o combate à violência, porém, levando ao pé da letra, combater significa guerrear, bombardear, batalhar, o que não traz um conceito correto para se revogar a mesma. As próprias instituições públicas utilizam desse conceito errôneo, princípio que deve ser o motivador para a falta de engajamento dessas ações.
      Afinal, a credibilidade e a confiança são as melhores formas de mostrar para crianças e jovens que é possível vencer os desafios e problemas que a vida apresenta. E isso tem que começa no berço.


Fonte: Brasil escola
    

domingo, 5 de junho de 2011

Vacinação contra a paralisia infantil terá dose contra o sarampo em São Paulo


Campanha começa dia 18 de junho e vai 
até 1º de julho para crianças com até seis 
anos



Getty Images 




A campanha de vacinação contra a poliomielite (paralisia infantil)
 que começa no dia 18 de junho e vai até o dia 1º de julho em todo
o Estado de São Paulo terá também a imunização de crianças contra
o sarampo.


O objetivo, segundo a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, 
é proteger a população infantil contra as duas doenças antes do período de férias.
Devem ser vacinadas as crianças com até seis anos de idade. Quem tem
de 0 a 4 anos receberá as duas gotas da vacina Sabin, contra paralisia
 infantil, e uma dose contra o sarampo. Para crianças entre um e seis
anos de idade será oferecida a vacina contra o sarampo. Além disso,
haverá atualização de eventuais doses em atraso na caderneta.
Por todo o Estado serão mobilizados cerca de 14 mil postos de saúde
e 51 mil profissionais, em parceria com as prefeituras. A meta da
secretaria é imunizar 3,17 milhões de crianças, das quais 2,67 milhões
contra sarampo e paralisia infantil, e outras 500 mil apenas contra o sarampo.
Foram identificados neste ano nove casos de sarampo em território
brasileiro, todos relacionados à importação do vírus D4, circulante na
Europa, principalmente na França, que já registrou cerca de 9.000 casos
nesses primeiros meses do ano. Na Europa, 33 países apresentam casos.


Países da África e Oceania também registram surtos.
No Estado de São Paulo há um caso suspeito de sarampo em fase final
de investigação epidemiológica. As amostras analisadas no Instituto
Adolfo Lutz deram positivo para o vírus, mas ainda aguardam confirmação
da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, responsável pela contraprova.


O caso se refere a uma criança de 7 anos moradora da região de Campinas,
 não vacinada e sem histórico de viagem recente a outros estados ou ao
exterior.


São Paulo não registra nenhum caso de paralisia infantil desde 1988.
No entanto, como o vírus da poliomielite ainda circula em países da
África e da Ásia, é fundamental que todas as crianças menores de cinco
anos sejam imunizadas anualmente com as duas gotas da vacina Sabin.

Fonte: R7 Saúde

Apneia não tem cura, mas pode ser controlada

Principais sintomas da doença são ronco e falta de ar durante o sono



Roncar e ter falta de ar enquanto dorme não é normal. Esses sintomas, acompanhados de sonolência excessiva durante o dia, podem indicar uma doença: a Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono. Quem sofre do distúrbio geralmente acorda cansado e mal-humorado. Além disso, apresenta baixo rendimento nas atividades cotidianas e pode chegar a ficar incapacitado de participar de reuniões, assistir a filmes e dirigir por conta da sensação extrema de que precisa dormir. 

"A doença diminui a qualidade de vida da pessoa e aumenta a taxa de mortalidade, visto que pode favorecer o aparecimento de problemas cardiovasculares, diabetes eobesidade", alerta a coordenadora médica do Instituto do Sono e professora de Medicina e Biologia do Sono da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Lia Bittencourt. 

Sono é fundamental para o desenvolvimento da criança - Foto: Getty ImagesAlguns fatores de risco, de acordo com a especialista, são: ser do sexo masculino, estar acima do peso, entrar na menopausa e consumir álcool com muita frequência. As causas são diversas. Entre elas, obesidade, anormalidades endócrinas ou craniofaciais, como hipotireoidismo e hipoplasia maxilomandibular, e predisposição genética. 

Sintomas 
As pausas na respiração características desse distúrbio podem durar de dez a 30 segundos e ocorrer até cinco vezes em uma hora de sono. Na tentativa de voltar a respirar, a pessoa acorda várias vezes, o que afeta a qualidade do sono e impede o descanso adequado. Já o ronco específico de quem tem apneia segue um mesmo ritmo, vai ficando mais alto e, de repente, é interrompido por um período de silêncio. É nesse momento que a respiração para, o que parece ser uma espécie de engasgo. "Na maioria dos casos, o paciente não percebe esses eventos, mas sim o parceiro de cama", diz Lia. 

Diagnóstico 
Quando esses ou outros sintomas, como dor de cabeça, falta de atenção, perda de memória e redução da libido são notados, é importante procurar um especialista em medicina do sono para fazer o diagnóstico. A confirmação da doença é feita por meio de uma polissonografia, exame que registra diversas funções do organismo durante uma noite passada em um laboratório de sono com sensores colocados na pele e no couro cabeludo. 

Tratamentos 
A Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono raramente tem cura. "Somente em casos de emagrecimento considerável ou de cirurgias de amígdala e adenóide em crianças ocorre a cura completa", explica a médica do Instituto do Sono. Mas a doença é controlável. 

Segundo Lia, perder peso, não beber álcool antes de ir para a cama, evitar dormir de barriga para cima e tratar doenças do nariz e da garganta são atitudes essenciais para o controle da apneia. 

Pode contribuir com a melhora dos sintomas o uso de um aparelho elétrico chamado CPAP (sistema de pressão positiva contínua das vias aéreas), que gera um fluxo de ar através de uma máscara no nariz, abrindo a garganta. Equipamentos intra-orais que tracionam a mandíbula para abrir passagem para o ar durante a noite também podem ajudar. 

"Operações de garganta e ossos da face são pouco utilizadas atualmente pois a chance de sucesso é pequena", afirma. Mesmo assim, podem ser uma opção. "A cirurgia ortognática reposiciona os maxilares e cria uma via aérea permeável e livre", explica o cirurgião bucomaxilofacial Octávio Cintra. 
 Fonte: Minha Vida Saúde

Centenas de pessoas participam de passeio ciclístico em São Bernardo


Centenas de pessoas participaram neste domingo (5), Dia 
do Meio Ambiente, do passeio ciclístico Pedalada Ambiental – 
Eu pedalo no Meu Ambiente, em São Bernardo do Campo, na 
Grande São Paulo.

Coordenada pela Secretaria de Gestão Ambiental, em parceria 

com a secretarias do Esporte e do Transporte e Vias Públicas, o
 passeio teve um percursos de 10 km, saindo do Paço Municipal, 
sentido avenida Senador Vergueiro, avenida Kennedy e retornando 
pela rua Continental.

Detentos usam teatro para diminuir violência dentro de presídio em Guarulhos


No projeto Como Vai Seu Mundo, presos também trabalham com vídeo, grafite e música



    Um grupo de 30 pessoas com pouca noção de teatro se junta para criar e interpretar duas peças em 20 minutos. De bate-pronto, são criados textos cheios de conteúdo engajado e improvisações. A atividade, que seria considerada normal para alunos de teatro, foi executada com êxito por presidiários do Complexo Penal José Parada Neto, em Guarulhos, na Grande São Paulo. O trabalho faz parte do projeto Como Vai seu Mundo, oferecido para detentos do local desde o mês de janeiro.

No projeto, além do teatro, os presos do regime semiaberto tem a oportunidade de desenvolver sua veia artística por meio de vídeo, grafite, música entre outros.
As oficinas do projeto, acontecem em um sobrado sem forro que serve de local ecumênico aos presos do complexo. Muitos deles disseram que as atividades são uma "válvula de escape" da prisão. Um deles, um rapaz* de 26 anos que trabalhava em uma oficina mecânica antes de ser preso em 2009, apontou uma rota de fuga para a reportagem.

- É fácil. Se qualquer um quiser sair daqui, sai. É só pular uma grade.
Ele disse que esse tipo de atividade “acalma” e ajuda a preparar os presos para enfrentar o “mundão” de novo. No jargão dos detentos, “mundão” é todo espaço que existe depois da porta de saída da penitenciária.
Nas atividades do projeto, ninguém tenta tapar o sol com a peneira. Nas duas peças assistidas pela reportagem, havia referências claras à condição de preso, aos erros cometidos por eles no passado e ao preconceito. Muitas das reclamações são as mesmas que incitam rebeliões em cadeias: falta de infraestrutura para atender a todos e problemas com os horários das visitas.
Mudança no indulto 

Muitos se disseram descontentes com a medida da Justiça que mudou o regime de indultos (saídas temporárias em datas como Páscoa e Dia das Mães) no local. Desde fevereiro, os presos do Complexo Penal José Parada Neto passam a sair apenas no Natal, Ano Novo e nos aniversário de parentes. A medida foi assinada pelo juiz Jayme Garcia dos Santos Júnior, titular da Vara das Execuções Criminais de Guarulhos.

Foi o próprio Santos Júnior quem propôs a criação da atividade ao saber que a penitenciária receberia um detento ilustre: Marcos de Omena, o rapper Dexter. Entre as várias composições de Dexter está a música Como Vai Seu Mundo, que acabou batizando o projeto ("Através das grades olhei pro céu azul / Um pássaro voava do norte pro sul", diz a letra).

O juiz defende a sua portaria, dizendo que dessa forma fica mais fácil de controlar os poucos presos que saem de cada vez, ao invés de "despejar todos na rua" ao mesmo tempo. Ele também diz que já esclareceu os motivos da mudança para os detentos.

– Dois dias depois da portaria eu fui até a penitenciária e falei: 'olha, infelizmente os senhores se encontram em uma situação excepcional e essa segregação vai privar os senhores de desfrutar ou de viver determinadas situações da vida. Isso é consequência dos atos dos senhores'.

Após a mudança no regime de indulto, o clima de tensão tomou conta do complexo. Eduardo Bustamante, idealizador do projeto e assessor de Dexter, vinha desde o começo do projeto batendo na tecla de que os detentos precisavam se expressar com ideias, não através da violência. Não houve rebelião em Guarulhos, o que poderia fazer com que muitos voltassem para o regime fechado ou ainda aumentar as penas.

Dramaturgia
A atividade teatral foi ministrada pelo ator Julio Suñe. A primeira tarefa proposta por ele ao grupo foi a de que os presos se imaginassem em um elevador que sofre uma pane elétrica e interpretassem livremente alguns estereótipos. Metade dos presos topou participar do jogo teatral. Outra metade assistiu e riu da encenação feita pelos colegas.
Já na proposta de montar um texto e improvisar as interpretações, houve maior adesão. Foi o momento em que os presos falaram mal de quem olha feio para alguém que "já pagou pelos seus erros". No final da tarde, após três horas de exercícios dramáticos e conversas, os presos encerraram as atividades e voltaram para suas celas. Muitos perguntavam qual seria a atividade da semana seguinte e o que deveria ser feito no dia 19 de junho, quando o projeto se encerra.
O juiz de Guarulhos pretende expandir o Como Vai seu Mundo para os presos do regime fechado. Um projeto para esse público deve ser definido ainda neste ano. Santos Júnior pretende ainda realizar neste ano uma feira de arte com produções dos funcionários e dos presos do regime fechado. O evento deverá ser batizado de Feira de Arte e Ciência.

 Fonte: R7

Mães se reúnem para dar de mamar no centro de BH



"Mamaço" foi realizado em defesa do direito da amamentação pública


     Quem passava pelo Parque Municipal Américo Renné Giannetti, no centro de Belo Horizonte (MG), neste domingo (5), se deparou com uma cena inusitada. Diversas mães se juntaram para fazer uma amamentação coletiva.
       O “mamaço”, como é conhecido, foi realizado em defesa do direito das mães de poderem amamentar seus filhos em público.

Outros casos
Emmanuel Pinheiro/ Hoje em Dia/ AE 
O movimento não é exclusivo de Belo Horizonte. 
    No dia 12 de maio, em São Paulo, um grupo de mães também se reuniu no centro de evento Itaú Cultural, na avenida paulista, na região central.
     Na época, o protesto havia sido feito após uma mulher de 29 anos ter sido alertada que era proibido alimentar seu bebê no local e ser levada à uma enfermaria do bombeiros para amamentar.

Quem sou eu

Minha foto
São Paulo, São Paulo, Brazil
Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Augusto Cury E-MAIL: lu.name.lc@hotmail.com